quinta-feira, 24 de julho de 2014

Agente de saúde diz que estão tomando providências sobre o casos das moscas varejeiras na cidade,



Com essas providências é pra rir mesmo!

Refúgio de Ariano, fazenda Carnaúba é modelo nacional



Fazenda de Ariano
Era aqui em Taperoá, na sua fazenda Carnaúba, a 8 km do centro da cidade, que Ariano Suassuna se inspirava para construir personagens da sua obra, escrever livros, peças de teatro e fazer poesia. Encravada no semiárido paraibano, a 260 km do Recife, a propriedade é bem rústica e abriga três casas - a dele, que vivia fechada a sua espera, e a do seu sócio, o engenheiro Manoelito Suassuna.
A experiência de resgatar as raças naturais de caprinos do Nordeste deu tão certo que a fazenda virou modelo para a Embrapa. Criados soltos numa longa extensão de terras áridas, duas mil cabeças de caprinos compõem o plantel da fazenda, que tem ainda mil cabeças de gado.
Ariano e Manoelito prosperaram tanto na caprinocultura que a fazenda virou centro de referência nacional. As cabras pretas Ariano batizou de negras da África, as vermelhas eram as portuguesas, as brancas as índias e as azuis, outras nações. “Ele aprendeu a distinguir uma cabra da raça Moxotó da Azul serrano criando suas referências”, disse o advogado Marcos Dantas, sobrinho do imortal.
Manoelito conta que os primeiros tostões que Ariano ganhou dos seus direitos autorais investiu na compra de cabras e de terras. “Ele vivia da literatura, mas seu refúgio era este pedaço de terra”, disse Manoelito, seu primo e irmão, que ao longo do dia não conseguiu disfarçar a sua grande emoção.


Casa onde Ariano viveu

A casa de Ariano na fazenda Carnaúba fica colada com a de Manoelito, separada apenas por um curral de gado. Tem uma grande varanda, uma fachada branca e janelas azuis. De lá, seu verdadeiro refúgio, o escritor só saia para fazer compras na cidade e as vezes bater papo com amigos da infância.
Ariano, segundo Manoelito, vinha todos os anos para a fazenda passar as férias de julho e voltada em dezembro, prolongando sua estada até janeiro. “Este ano, ele não esteve aqui em julho. Prometeu vir, mas não veio. Eu nem alimentei a esperança, porque as coisas de Ariano, principalmente viagens, ele decidia de véspera”, disse.
Ao contrário de Ariano, que virou um cidadão do mundo, Manoelito não larga a fazenda nem para ir a João Pessoa visitar parentes. Graças a sua dedicação à atividade com a expansão do criatório ele e Ariano viraram também produtores de queijos na região, aliás um dos melhores produtos do Nordeste, segundo se vangloria Manoelito.
De tanto oferecer ideias sobre a temática do semiárido, Manoelito ficou conhecido por muitos pesquisadores como "O Camelô da Seca". Engenheiro de profissão, sertanejo por obra e graça do destino, fazendeiro e criador de bichos por opção, diz que já fez mais pelo semiárido Irregular que todas as universidades do Nordeste".


Casa de Manoelito, primo de Ariano
Manoelito é o inventor da técnica de fenação tropical, introduziu o capim Buffel no Brasil e desenvolveu uma tecnologia original de hidrolização de bagaço de cana, com a ajuda do seu primo, Sebastião Simões Filho. A fazenda Carnaúba trabalha e desenvolve suas experiências, é visitada por pesquisadores, estudantes, amigos, jornalistas e curiosos.
Manoelito selecionou três raças de cabras para desenvolver o que chama de "preservação com regeneração". As três raças são Moxotó Branca e Moxotó Parda e Essa estória de criar animais começou de muito longe, quando o pai dele administrava a fazenda Carnaúba e criava gado zebu. Em 1971, o escritor Ariano Suassuna lançou o romance "A Pedra do Reino". Com ele, ganhou um prêmio literário.
Ariano convidou Manoelito para uma sociedade. Ele topou. A partir daí, então, os dois primos percorreram a Ribeira do Pajeú, Sertão de Pernambuco, e os arredores de Patos, Sertão da Paraíba.
 "Nossa sociedade não era na base de uma cabra minha e outra dele; mas aquela lista que divide o espinhaço do bode, divide também as nossas partes: uma banda é dele e outra minha", diz, explicando como funcionava a sociedade entre os dois.

ARMANDO MONTEIRO LAMENTA O FALECIMENTO DE ARIANO SUASSUNA

NOTA DE PESAR - “Pernambuco chora a perda de Ariano Suassuna: O grande, mestre das palavras e do sentimento mais profundo da alma nordestina. Com a sua partida fica o vazio intelectual, mas, sobretudo, o vazio humano, pela sua imensa capacidade de entender, traduzir e amar os pernambucanos, os nordestinos, os brasileiros. Hoje é um dia muito triste para mim”.
Armando Monteiro

Nota à imprensa

Paulo Câmara: "Anuncio que estou tomando todas as medidas judiciais cabíveis contra José Augusto Maia".




A matéria publicada ontem (23/07), pelo jornal Folha de São Paulo, ao citar o meu nome, sugere, irresponsavelmente, a associação da minha imagem a uma suposta ação criminosa. Em função da matéria publicada por esse jornal, baseada em denúncia formulada por um parlamentar pernambucano, sinto-me obrigado a me posicionar em defesa da minha honra e credibilidade, o maior patrimônio que construí ao longo da minha vida. É importante destacar, que o deputado José Augusto Maia, que serviu como fonte da reportagem, responde a duas ações criminais por fraude em licitação e formação de quadrilha, e foi condenado, pela justiça pernambucana, em abril deste ano, por improbidade administrativa, tendo os seus direitos políticos suspensos pelo prazo de três anos, além da condenação e dos processos em andamento no Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco.

Importante também ressaltar a relação histórica de amizade e apoio de José Augusto Maia ao nosso adversário direto, o ex-empresário Armando Monteiro Neto, que desde as primeiras horas do dia da publicação da matéria tenta tirar proveito eleitoral do assunto. O que me parece mais grave é a tentativa caluniosa de me descredibilizar. Sou servidor público há 22 anos, com uma trajetória séria e reconhecida. Nunca, em nenhum momento, fui vítima de qualquer ação que questionasse os princípios que levo, de casa, à vida pública: honestidade, correção, respeito, senso de justiça. Daí a minha mais profunda indignação diante deste episódio. Será que, pela condição de candidato ao governo, devo ser exposto publicamente por conta da má fé de elementos como o referido senhor? Atitudes assim envergonham a atividade política e, pior, buscam arrastar para os espaços nebulosos, onde atua um “ficha-suja”, pessoas que estão na vida pública apenas com o intuito de exercer sua vocação e atender a uma convocação. Figuras como José Augusto Maia devem ser banidas da política, como já foi determinado pela justiça.

Portanto, em meu nome, da minha família e de todos aqueles a quem represento, nesta caminhada, como cidadão e homem público, anuncio que estou tomando todas as medidas judiciais cabíveis contra José Augusto Maia e todos os envolvidos nesta nefasta e inadmissível atitude. Mais do que uma retaliação, do mais baixo nível, como se poderia esperar, pelo seu autor, fui vítima de um golpe que me obriga a reagir, imediatamente, e com força proporcional – não necessariamente à repercussão, mas à intenção.

Tenho uma missão a cumprir e assim será. Estou convencido de que o ocorrido servirá apenas para nos fortalecer nesta luta, contra adversários desleais. Manteremos o rumo e, apesar da indignação, não perderemos a serenidade. Pernambuco conta comigo. E estou cada vez mais firme na decisão, coletiva, de vencer com trabalho e respeito.


Assessoria de Imprensa do PSB
                  pdrc

Muído da peste!


O deputado federal José Augusto Maia (Pros-PE) disse que recebeu e recusou oferta de "vantagem financeira" para que seu partido integrasse a coligação do candidato a governador Paulo Câmara (PSB), o escolhido pelo presidenciável Eduardo Campos para sucedê-lo em Pernambuco. O deputado federal Major Fábio, candidato a governador da Paraíba, confirma que participou do encontro, mas nega que tenha sido discutido alguma proposta de propina.

Segundo o deputado, a oferta de propina foi feita pelo presidente nacional do Pros, Eurípedes Jr., e pelo líder da bancada do PP na Câmara, Eduardo da Fonte (PE).

Todos os citados que foram ouvidos pela Folha negaram a oferta. Em Brasília, o PP e o Pros atuam em bloco que reúne 59 deputados federais.

Augusto Maia, que defendia o apoio à candidatura de Armando Monteiro (PTB) em Pernambuco e acabou destituído do comando do Pros no Estado, não quis dizer quanto teria sido oferecido, argumentando que não tem provas, mas disse que pretende informar os valores à Justiça.

A outros deputados federais –dois deles foram ouvidos sob condição de anonimato pela Folha e contaram a mesma história– Maia afirmou que a oferta foi de R$ 6 milhões, sendo que R$ 2,5 milhões seriam reservados a ele.

"Já disse que foi uma proposta indecorosa, vergonhosa, impublicável e não republicana", disse à Folha. "Estou dizendo que foi uma proposta, com outras palavras, de vantagem financeira. Não estou dizendo as cifras, mas para bom entendedor o silêncio é o bastante, né? No juízo eu quero, aí eu vou dizer."

O deputado afirmou ter ficado indignado com a oferta, mas, segundo o próprio relato, só decidiu torná-la pública 15 dias após o primeiro contato, quando ficou claro que o Pros não lhe daria condições de concorrer à reeleição.

O Pros e o PP decidiram apoiar Câmara, que foi secretário da Fazenda de Campos no Estado. O presidenciável governou Pernambuco de 2007 até o começo deste ano.

Em discurso na Câmara na quinta (17), Maia disse que foi destituído do Pros por não ter aceito uma proposta "indecorosa e vergonhosa", conforme o jornalista Elio Gaspari relatou em sua coluna na Folha e no "Globo" no domingo (20).

À reportagem Augusto Maia contou em detalhes os dois encontros em que ele diz que as ofertas foram feitas.
                 migueljc

Triplo Homicídio na comunidade Paratibe no bairro Valentina Figueiredo na Capital-JP


Na noite deste quarta feira (23) por voltas das 19H20 minutos um triplo homicídio foi registrado na comunidade Paratibe próximo ao terminal de ônibus PB 008 no bairro do Valentina Figueiredo na capital-JP. De acordo com as primeiras informações três homens foram executados com vários disparos de arma de fogo na cabeça. 

De acordo com informações policiais Tenente Fábio, da Rotam do 5º Batalhão moradores das proximidades do local do crime informaram que o trio assassinado poderia estar atuando no tráfico de drogas naquela região.

As pessoas disseram que cinco bandidos encurralaram as três vítimas e procederam com o atentado, vitimando-as fatalmente com uma série de disparos de arma de fogo, afirmaram ao tenente.
                  AUTO_jarbas

Lascou-se: Prefeita de Diamante tem mandato cassado


A prefeita de Diamante, Marcília Mangueira(PMDB), teve o seu mandato cassado pela justiça eleitoral nesta quarta-feira, 23. Segundo informações, a prefeita respondia a um processo sobre compra de votos durante o período eleitoral.

Um dos advogados da chefe do poder executivo de Diamante preferiu não falar sobre o assunto, alegando desconhecer as acusações sobre a cassação e só vai falar sobre o assunto depois. Mas o advogado disse que tão logo seja oficializada a cassação no fórum eleitoral de Itaporanga a prefeita deverá recorrer da decisão através de uma liminar ao Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba.

O advogado espera que após o TRE apreciar o recurso, a prefeita retorne ao cargo. Para ele não existe nenhuma acusação evidente que Marcília Mangueira prefeita de Diamante descumpriu qualquer ato que desabone a justiça eleitoral durante as eleições de 2012.
                    casso

Quebrou do cipa: Justiça Federal condena ex-prefeito de Prata por improbidade administrativa

                               Após 16 horas de velório e desfile em carro aberto, Ariano é enterrado
O ex-prefeito do município de Prata, Marcel Nunes, foi condenado pela Justiça Federal, pelo ato de improbidade administrativa. A condenação se deu por conta da não prestação de contas de recursos recebidos para atender ao Programa Nacional de Transporte Escolar – PNATE (exercício 2009). Cabe recurso da decisão.
Trata-se de Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público Federal em face de Marcel Nunes de Farias, imputando a este a conduta prevista no artigo 11, inciso VI, da Lei 8.429/92. Sustenta o Ministério Público Federal que, tendo sido repassado recursos à Prefeitura Municipal de Prata para atender ao Programa Nacional de Transporte Escolar, o réu, na qualidade de gestor, não observou a obrigação legal de prestar contas dos recursos recebidos.
Intimado para se manifestar acerca dos documentos juntados pelo município de Prata, o FNDE informou que a prestação de contas do município, referente ao exercício de 2009, foi encaminhada e recebida pelo concedente dos recursos em 27/09/2012. Informou, ainda, que o atraso motivou a suspensão dos repasses dos recursos de 2010 a 2012, tendo sido pagas apenas as duas primeiras parcelas de 2010.

Porém, o Ministério Público Federal, manifestando-se acerca dos documentos apresentados pela edilidade de Prata e pelo FNDE, reafirmou os termos da inicial, sustentando que “embora o inciso VI, do art. 11, da Lei 8.429/92 não estipule prazo para a prestação das contas, considerar que a sua apresentação a qualquer momento seria suficiente para descaracterizar o ato ímprobo esvaziaria o conteúdo da norma”. O órgão ministerial defendeu, ademais, a tese segundo a qual o fato da prestação de contas ter ocorrido após o ajuizamento da presente ação é um indicativo de má-fé do ex-prefeito e ora réu Marcel Nunes de Farias. O número do Processo é: 0001627-78.2012.4.05.8201.
                     sid

Após 16 horas de velório e desfile em carro aberto, Ariano é enterrado

           Após 16 horas de velório e desfile em carro aberto, Ariano é enterrado
Após 16 horas de velório, o corpo do escritor, dramaturgo e poeta Ariano Suassuna foi enterrado no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, no Grande Recife. O sepultamento foi precedido pela leitura de dois poemas, a pedido da viúva, Zélia de Andrade Lima. Um dos netos do casal, João Suassuna, recitou “Acahuan”, que Ariano escreveu em homenagem a seu pai, e “A mulher e o reino”, feito para a esposa. Todos os parentes acompanharam a leitura muito emocionados e Zélia foi amparada por eles.

O caixão chegou ao cemitério pouco antes das 17h, após ter desfilado em carro aberto, em um veículo do Corpo de Bombeiros, fazendo o percurso desde o Palácio do Campo das Princesas, local do velório. Ainda no palácio, os netos de Ariano carregaram o caixão até o carro, ao mesmo tempo em que os presentes aplaudiam e cantavam — o frevo “Madeira que cupim não rói” e o grito de guerra do Sport, time do coração do autor. Um dos filhos de Ariano, o artista plástico Dantas Suassuna, acompanhou o caixão do pai durante o trajeto. A curta cerimônia de sepultamento contou ainda com salva de tiros, a execução instrumental da Ave Maria e da Oração de São Francisco, e uma chuva de pétalas.
          Após 16 horas de velório e desfile em carro aberto, Ariano é enterrado
Desde a noite de quarta-feira (23), até a tarde desta quinta, foi grande o número de familiares, amigos e fãs que passaram pelo Palácio das Princesas, durante o velório. O caixão esteve o tempo todo coberto por bandeiras do Sport, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), de Pernambuco e do Brasil.
A presidente da República, Dilma Rousseff, passou cerca de 40 minutos no local, onde conversou com familiares do escritor e com políticos, como o governador de Pernambuco, João Lyra Neto, e o candidato a presidente pelo PSB, Eduardo Campos. Dilma deixou o local sem fazer declaração pública. Também estiveram presentes o ministro dos Esportes, Aldo Rebelo; os governadores Ricardo Coutinho (Paraíba) e Jaques Wagner (Bahia); o senador Humberto Costa e o prefeito do Recife, Geraldo Julio.
A missa de corpo presente foi celebrada pelo arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, e acompanhada com muita emoção por parentes, amigos e admiradores de Ariano Suassuna, no final da manhã . A celebração durou cerca de uma hora e Saburido destacou que Ariano, reconhecidamente espirituoso e assumido devoto de Nossa Senhora, era conhecido por ser um homem de fé. Uma mensagem preparada pela Arquidiocese especialmente para a ocasião foi lida. Em forma de poesia, um excerto dizia: “A morte nunca é sina. É vida com outro nome”. O texto impresso foi entregue pelo arcebispo nas mãos da viúva, Zélia.
          Após 16 horas de velório e desfile em carro aberto, Ariano é enterrado
Filha de Ariano Suassuna e atual secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Recife, Ana Rita Suassuna se emocionou ao falar do pai, ressaltando o grande homem que ele foi não somente nas artes, mas também em casa. De acordo com ela, a felicidade com que o escritor passou os últimos dias amenizou, de certa forma, o sofrimento dos parentes. “Na última semana, ele fez duas aulas-espetáculo, uma no Teatro Castro Alves, em Salvador, e outra em Garanhuns. E a satifação dele, quando chegou em casa, contando com alegria a festa que foram essas duas aulas. Então, a Caetana [como Ariano chamava a morte] chegou, mas ele está aqui presente com a gente”, contou.
Para a filha mais velha de Ariano, Maria das Neves, o carinho demonstrado pelas pessoas ao pai é o maior legado que ele deixa. “O maior legado que fica é o carinho das pessoas têm por ele, não é nem tanto a obra. Esse carinho está vindo de todo o Brasil, estamos recebendo muitas mensagens”, afirmou, agradecendo especialmente ao apoio que as pessoas têm dado à mãe, Zélia.
Durante o velório, um admirador de Ariano cantou o frevo “Madeira que cupim não rói”, um dos preferidos do escritor, e chegou a arrancar aplausos dos familiares que estavam presentes. Enrolado em uma bandeira de Pernambuco e falando em voz alta, Jackson Nascimento lembrou a grande presença do Sertão nas obras do mestre, destacando que o povo da região sente muito orgulho de ser representado por um autor como ele. “O mestre não morre, ele permanece”, resumiu.
O cineasta e diretor de televisão carioca Luiz Fernando Carvalho foi se despedir do escritor, de quem adaptou três obras para a televisão. “Você perguntava sobre a diferença entre jagunço e capanga e vinha uma aula sobre geografia, sobre música sertaneja, sobre geologia, sobre canto. [Ariano] É um tesouro, é um cometa raro”, lamentou.
O também cineasta e diretor de televisão Guel Arraes definiu Ariano como um grande humanista. “Eu tive o privilégio de conhecê-lo. Em diversas ocasiões, desde pequeno, no trabalho, convivi com ele. Ele é um homem que viveu de acordo com as suas ideias, um homem simples, que conversava com o povo, viveu sempre perto de suas origens e, assim, se tornou universal”.
Suassuna morreu na quarta (23), aos 87 anos. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Português, onde foi submetido a uma cirurgia após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) do tipo hemorrágico, na segunda (21).