quinta-feira, 23 de julho de 2015

Pastor faz fiéis engolirem cobras para ver milagre

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Os excessos cometidos por alguns pastores neopentecostais com frequência se tornam heresias e atraem holofotes da mídia, tornando a fé cristã motivo de chacota. Em Pretória, na África do Sul, convenceu os fiéis de sua denominação a engolirem cobras vivas, alegando que elas se virariam chocolate.
Não há maiores informações sobre qual o argumento usado pelo autointitulado profeta Penuel para fazer os fiéis acreditarem que serpentes vivas teriam sabor de chocolate.
Certo é que, de acordo com informações do jornal Metro, o líder religioso é adepto de uma linha de pregação que defende a “transformação divina”.
Dessa forma, alguns fiéis foram induzidos a engolirem cobras vivas durante o culto. E alguns deles classificaram o sabor das serpentes como o melhor chocolate já experimentado por eles.
“Eu fiz e senti o gosto do chocolate. Era diferente, mas o gosto era bom”, comentou um fiel na página da igreja End Times Disciples Ministries no Facebook.
“Eu não estava seguro na primeira vez, mas quando mordi a cobra percebi que era o melhor chocolate que eu havia comido”, afirmou outro frequentador da comunidade religiosa.
Essa não é a primeira polêmica que Penuel atrai. Meses atrás, a imprensa da África do Sul deu intensa cobertura a um ritual, no mínimo, inusitado, proposto por ele. O líder religioso pediu aos fiéis que tirassem as roupas para que ele pudesse sentar sobre seus corpos nus e orar.
Grama
Tais extravagâncias parecem ter sido aprendidas por Penuel com outro polêmico neopentecostal, o pastor Lesego Daniel, líder do Rabboni Centre Ministries.
Daniel pediu, em janeiro de 2014, que os frequentadores da igreja que fossem ao lado de fora do templo e comessem grama, pois a ingestão da vegetação “os levaria para mais perto de Deus”.

De acordo com o jornal Daily Mail, o pastor foi obedecido por vários fiéis. “Sim, nós comemos grama e somos orgulhosos disso, porque isso demonstra que, com o poder de Deus, podemos fazer qualquer coisa”, disse à época a estudante de direito Rosemary Phetha, 21 anos.

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