quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Na raça, Sport goleia o Bahia por 4 a 1 na Ilha e está classificado na Copa Sul-Americana


A raça tão cobrada e em falta no jogo de ida em Salvador apareceu. E com ela, tão tradicional nas cores rubro-negras em momentos decisivos, o Sport está na fase internacional da Copa Sul-Americana ao bater o Bahia por 4 a 1, nesta quarta-feira, na Ilha do Retiro. Classificação obtida aos 41 minutos do segundo tempo, após o Leão ceder o empate por 1 a 1 aos 29 minutos da etapa final. Vitória que também alivia a pressão no clube pernambucano, que não vencia há oito partidas. Na próxima fase da Sul-Americana, o Sport enfrenta um argentino: o Tigre ou o Huracán, que ficou perto da vaga com a vitória por 5 a 2 no jogo de ida. Será o primeiro duelo do Rubro-negro contra um clube argentino na história.

Sport e Bahia fizeram um bom e movimentado primeiro tempo. Dessa vez, com os rubro-negros mostrando a vontade que deixaram em casa no jogo de ida, em Salvador. Nos minutos iniciais, porém, os principais lances de perigo nasceram graças as falhas defensivas dos dois times. A favor do Leão, Ferrugem e André não aproveitaram duas “furadas” dos defensores do Bahia, parando nas mãos do goleiro Douglas Pires antes dos 10 minutos.

Quando os ataques passaram a levar perigo mais por méritos próprios do que por defeitos alheios, os rubro-negros continuaram mais efetivos. A grande chance chance do Sport descer para os vestiários na vantagem, no entanto, veio pelo meio. E foi desperdiçada pelo craque do time. Aos 40 minutos, Diego Souza entrou livre e, cara a cara com o goleiro do Bahia, chutou rasteiro e em cima do camisa 1.

As chances criadas pelo lado rubro-negro, no entanto, não significam que o jogo foi fácil. Sempre perigoso, o Tricolor de Aço também assustou Magrão. E se o lado direito do Sport era um dos pontos fortes do time, com o lateral Ferrugem e o atacante Maikon Leite levando vantagem em cima dos defensores, a esquerda do Leão era o caminho aberto para o Bahia, atacar, explorando a marcação frouxa de Rodrigo Mancha e a passividade de Marlone, que acabou substituído no intervalo por Élber.

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