terça-feira, 8 de setembro de 2015

Conheça o trabalho do deputado:

Você sabia que é de autoria do deputado estadual Diogo Moraes (PSB) oProjeto de Lei que proíbe o uso de aparelhos e equipamentos eletrônicos com câmaras fotográficas e filmadoras nos caixas de atendimento e caixas eletrônicos das agências e postos bancários em Pernambuco?

Pois é, o jovem parlamentar orgulha nosso povo e tem mostrado na Assembleia Legislativa como deve se comportar um representante do povo.

Pela lei elaborada pelo verdadeiro representante do polo de confecções fica proibido o uso dos aparelhos como celulares, rádios transmissores, computadores com câmaras, notebooks, laptops, palmtop, tablets, câmaras fotográficas que enviam imagens pela internet.

Como justificativa da Lei Nº229/2011 Diogo disse:

´´Os crimes de roubo e furto que ocorrem durante as saídas dos bancos na maioria das vezes são realizados com a ajuda de informações repassadas por "olheiros" que estão dentro das agências e postos bancários e se utilizam de aparelhos eletrônicos e similares para passarem informações a respeito dos clientes que fazem saques e saem das agências com dinheiro.

Esta modalidade de crime tem crescido assustadoramente e se mostra bastante covarde ao ser aplicada em pessoas idosas que não tem como se defender.

De dentro das agências os criminosos iniciam o monitoramento das possíveis vítimas passando informações aos comparsas que ficam na espreita do lado de fora para consumarem o ato delituoso.

Celulares, rádios transmissores, computadores com câmaras, tablets, palm top dentre outros similares são aparelhos de uso imprescindíveis no nosso dia-a-dia. Contudo eles não podem ser usados como meio para a prática de crimes. Daí a necessidade de se "proibir" o seu uso nas agências e postos bancários.

Ressalto que, a proibição a qual se volta esta lei é restrita ao espaço destinado aos caixas de atendimento e aos caixas eletrônicos, ambientes que certamente serão protegidos por divisórios para garantir maior privacidade dos usuários e clientes dos serviços bancários.

A vida é o que menos importa para o marginal, pois este não mede as consequências quando o que deseja é o dinheiro da vítima.

O presente projeto de lei tem como principal objetivo coibir os crimes de roubo e de furto que ocorrem durante as saídas dos bancos, a exemplo do Estado do Rio de Janeiro, onde já existe lei similar.

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