sábado, 20 de maio de 2017

Odebrecht diz que Eduardo Campos pediu dinheiro para presídio em PE

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Novos depoimentos revelaram que o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos pediu dinheiro à Odebrecht para concluir as obras de um presídio. A empreiteira repassou R$ 50 milhões para obra e até hoje o presídio de Itaquitinga não ficou pronto.
O Bom Dia Brasil não conseguiu falar com a DAG Construtora.
O governo de Pernambuco disse que o primeiro módulo do presídio de Itaquitinga deve ser concluído no segundo semestre.
Sobre o drywall, o governo afirma que o material não foi usado nas celas, apenas nas paredes internas de prédios.
O PSB disse que confia na inocência dos filiados e que vai atuar em todas as instâncias pra defender o nome e a honra de Eduardo Campos.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Governador de Pernambuco é investigado no STF por irregularidades em estádio

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ista de governadores e ex-governadores investigados por envolvimento em ilicitudes, que já tem os nomes de Rui Costa (PT-BA) e Sérgio Cabral (PMDB-RJ), não para de crescer. Documentos inéditos obtidos por ISTOÉ acrescentaram um nome de peso à lista: o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB). Ele e o prefeito reeleito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), passaram a ser investigados em um inquérito no Supremo Tribunal Federal sob suspeita de participação no superfaturamento e irregularidades da Arena Pernambuco, construída pela empreiteira Odebrecht.
ISTOÉ obteve com exclusividade um despacho sigiloso do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, do último dia 3 de novembro. Nele, Janot solicita ao ministro do STF Teori Zavascki que mantenha no Supremo um inquérito único sobre Paulo Câmara, Geraldo Júlio, o senador Fernando Bezerra (PSB-PE) e o deputado Tadeu Alencar (PSB-PE). Esse inquérito já está aberto e autuado no Supremo, sob o número 4292, e aponta fatos envolvendo os políticos com as irregularidades.
O caso é proveniente da Operação Fairplay, deflagrada no ano passado pela Polícia Federal em Pernambuco, mas foi tratado no Supremo como mais um desdobramento da Lava Jato. Ao longo das investigações, os investigadores constataram indícios do envolvimento de autoridades com foro privilegiado. Por isso, remeteram em agosto o material ao STF.
A delação da Odebrecht, em fase final de negociação com a Procuradoria Geral da República, também deve ajudar a elucidar os fatos. Um dos executivos cotados para fechar delação é João Antônio Pacífico Ferreira, responsável pela obra dentro da Odebrecht. Ele chegou a ser alvo de mandado de busca e apreensão na Operação Fairplay. Procurada, a empresa informou que não comentaria. À época da Operação Fairplay, a Odebrecht soltou um comunicado dizendo que os preços do estádio foram “absolutamente regulares” e que a licitação também foi regular.


quinta-feira, 18 de maio de 2017

Aécio é afastado do mandato de senador em desdobramento da Lava Jato

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BRASÍLIA (Reuters) - O ministro relator da operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, determinou o afastamento de Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato de senador, mas rejeitou um pedido de prisão do parlamentar apresentado pela Procuradoria-Geral da República, em inquérito que tramita no STF a partir de novas provas obtidas na investigação, disseram fontes com conhecimento das decisões nesta quinta-feira.
O afastamento de Aécio foi determinado depois que o senador foi gravado pedindo 2 milhões de reais ao empresário Joesley Batista, um dos donos do frigorífico JBS e que fechou acordo de delação premiada com a Justiça. A revelação foi feita pelo jornal O Globo na quarta-feira e confirmada à Reuters por três fontes.
A defesa do senador negou em nota, nesta quinta-feira, que o parlamentar tenha recebido recursos irregulares de Joesley Batista, e disse que Aécio é vítima de uma "farsa" montada nos interesses de uma delação premiada do executivo da JBS.
"Foi proposta, em primeiro lugar, a venda ao executivo de um apartamento de propriedade da família. O delator propôs, entretanto, já atendendo aos interesses de sua delação, emprestar recursos lícitos provenientes de sua empresa, o que ocorreu sem qualquer contrapartida, sem qualquer ato que mesmo remotamente possa ser considerado ilegal ou mesmo que tenha qualquer relação com o setor público", disse o advogado em nota.

“Não renunciarei”, garante Temer em pronunciamento

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Presidente disse que a investigação do Supremo Tribunal Federal (STF) vai ser o 'território onde surgirão todas as explicações'

O presidente Michel Temer disse hoje que não vai renunciar ao cargo e exigiu uma investigação rápida na denúncia em que é citado, para que seja esclarecida. “Sei o que fiz e sei da correção dos meus atos, e exijo investigação plena e muito rápida para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Essa situação de dúvida não pode persistir por muito tempo”, disse Temer, em pronunciamento. “Não renunciarei. Repito não renunciarei”, disse.
Segundo o presidente, a investigação do Supremo Tribunal Federal (STF) vai ser o “território onde surgirão todas as explicações”. “No Supremo, demonstrarei não ter nenhum envolvimento com esses fatos”, assegurou.
Temer abriu o discurso destacando a melhora na economia e a queda da inflação. Em seguida, afirmou que a notícia da conversa gravada divulgada pela imprensa vai atrasar o desenvolvimento do Brasil.  ”Meu governo viveu nesta semana seu melhor e seu pior momento”, ponderou.
O presidente disse ainda que só se manifestou agora porque ainda espera o conteúdo das gravações em que é citado. Ele afirmou que solicitou os áudios pessoalmente ao Supremo, onde é investigado por obstrução à Justiça e corrupção, mas que não obteve resposta.

Na noite de ontem, o jornal O Globo divulgou reportagem sobre encontro gravado em áudio pelo empresário Joesley Batista, em que Temer supostamente sugere a manutenção do pagamento de uma mesada ao ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha e ao doleiro Lúcio Funaro para que ambos ficarem em silêncio. Cunha está preso em Curitiba.

Hoje o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin homologou a delação premiada dos irmãos Joesley Batista e Wesley Batista, donos do grupo JBS, e abriu inquérito para investigar o presidente Michel Temer.